terça-feira, 29 de novembro de 2016

Agora é a vez de vocês trabalharem. Façam uma paródia dessa música. Assunto: escola

Essa é uma velha história
De uma flor e um beija-flor
Que conheceram o amor
Numa noite fria de outono
E as folhas caídas no chão
Da estação que não tem cor

E a flor conhece o beija-flor
E ele lhe apresenta o amor
E diz que o frio é uma fase ruim
Que ela era a flor mais linda do jardim
E a única que suportou
Merece conhecer o amor e todo seu calor

Bom dia!


Você gosta de ler charge? O que é charge mesmo??

Charge é um estilo de ilustração que tem por finalidade satirizar, por meio de uma caricatura, algum acontecimento atual com uma ou mais personagens envolvidos. A palavra é de origem francesa e significa carga, ou seja, exagera traços do caráter de alguém ou de algo para torná-lo burlesco.

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Interpretação de charges | Intertextualidade

Leia as charges a seguir

Texto 1
Texto 2



1. No texto 1, por que o slogan sugerido por um dos personagens poderia constituir uma proposta interessante? 

a) Qual é o objetivo do chargista ao produzir esse texto usando o humor? 
b) De que forma o chargista emprega a intertextualidade na produção desse texto? 
c) Que recurso o autor utiliza na charge para despertar a atenção do leitor em relação ao enunciado do slogan? 

2. No texto 2, o produtor remete sua leitura a um conto de fadas antigo, atualizando-o. Em que conto ele se baseia? Esclareça sua resposta. 

a) O chargista dialoga com o texto-fonte, criando uma relação intertextual de caráter humorístico entre o conto original e a charge. Explique como o autor trabalhou o humor nessa paródia. 
b) A charge é um gênero textual, cujo conteúdo expressa, em geral, uma crítica social ou política. Qual é a crítica feita pelo autor nesse texto? 

Vamos analisar algumas imagens que brincam com a intertextualidade:

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http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=19919

Intertextualidade é a relação entre dois textos em que um cita o outro. Assim, qualquer texto que se refere a assuntos abordados em outros textos é exemplo de intertextualização. A intertextualidade pode ocorrer em textos escritos, músicas, pinturas, filmes, novelas etc. Dependendo da situação, a intertextualidade tem funções diferentes que dependem dos textos/contextos em que ela é inserida.

0000003201.jpg (152×400)

A intertextualidade pode ocorrer sob as formas abaixo:
   
Paráfrase - A paráfrase consiste em refazer um texto fonte em função de seu conteúdo. É uma categoria que abrange resumos, condensações, atas, adaptações relatórios.

Paródia - A paródia é a recriação de viés crítico, com intenção cômica ou satírica. Na paródia, o texto fonte não é apenas o ponto de partida. Ele permanece entrevisto no espaço do texto recriado, sem o que se perde o efeito de sentido da paródia.

Plágio - O plágio consiste na apropriação ou imitação, essencialmente ilícita, de texto alheio. Pode ser parcial ou total, distinguindo-se da paráfrase e da paródia por ocultar seu processo de criação. A facilidade, criada pela internet, do acesso a textos alheios aumentou consideravelmente a prática do plágio nos meios acadêmicos.
   
O “Hino Nacional da Propaganda” pode ser classificado como paráfrase, paródia ou plágio?




terça-feira, 22 de novembro de 2016

Bom dia!


Com o formulário pronto, vocês irão trocar o estrangeirismo por palavras da língua portuguesa que mais se adequam ao contexto.

Veja o modelo abaixo:
Hoje no café da tarde quero tomar um leite batido e depois ir às lojas. Preciso comprar um rato novo para meu ordenador.
Usando o estrangeirismo:
Hoje no coffee break quero tomar um milk shake e depois ir ao shopping. Preciso comprar um mouse novo para meu computador.


1)Será que já nos acostumamos ao estrangeirismo?
2) O lanche perderia seu sabor se chegássemos a uma lanchonete e pedíssemos um leite batido no lugar do tradicional milk shake?
3) Sempre sabemos o significado em outro idioma quando compramos alguma coisa?

Agora leia a tirinha:

estrangeirismo-1.jpg (459×493)

Qual a interpretação que a tirinha nos proporciona?

Produzam um texto que contenham palavras estrangeiras.


Vamos falar sobre um assunto muito sério. O mosquito da dengue. O que você sabe sobre esse assunto?

Guerra ao mosquito

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Hora do Código

Siga o link e se cadastre.
Hora do Código
Bom dia, Galera!

Com as informações levantadas por vocês, faremos um quadro, organizando os itens levados por critérios estabelecidos por vocês mesmos.. Para tanto, vamos utilizar o Google Planilhas.

Exemplo: Comida: Pão “Seven Boys” Produtos de higiene: “shampoo”

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Bom dia!

Hoje vamos analisar a letra de algumas músicas.

Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...
Eu tenho savoir-faire
Meu temperamento é light
Minha casa é hi-tech
Toda hora rola um insight
Já fui fã do Jethro Tull
Hoje me amarro no Slash
Minha vida agora é cool
Meu passado é que foi trash...
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...(2x)
Fica ligado no link
Que eu vou confessar my love
Depois do décimo drink
Só um bom e velho engov
Eu tirei o meu green card
E fui prá Miami Beach
Posso não ser pop-star
Mas já sou um noveau-riche...
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...(2x)
Eu tenho sex-appeal
Saca só meu background
Veloz como Damon Hill
Tenaz como Fittipaldi
Não dispenso um happy end
Quero jogar no dream team
De dia um macho man
E de noite, drag queen...
Venha provar meu brunch
Saiba que eu tenho approach
Na hora do lunch
Eu ando de ferryboat...(7x)
Composição





Em dupla, respondam as seguintes questões:

1) O que você percebe de diferente na letra dessa música?
2) Em quais línguas algumas palavras foram escritas?
3) Qual a intenção do compositor ao usar outros idiomas?
4) Marque no texto todas as palavras estrangeiras.
5) Você conhece o significado delas e a qual idioma cada uma pertence?
6) Qual o nome utilizado para esse tipo de uso de linguagem?
7) O que estrangeirismo?
8) Como surgiu?
9) Por que ocorre?


ESTRANGEIRISMO

Todo e qualquer emprego de palavras, expressões e construções estrangeiras em nosso idioma. Classificam-se em: francesismo, italianismo, espanholismo, anglicismo (inglês), germanismo (alemão), eslavismo (russo, polaco, etc.), arabismo, hebraísmo, grecismo, latinismo, tupinismo (tupi-guarani), americanismo (línguas da América), entre outros.

Somos constantemente bombardeados com o estrangeirismo e muitas vezes nem o percebemos. Veja um vídeo que mostra como convivemos a todo o momento com ele.
http://www.youtube.com/watch?v=Y-2efqGXo2A&feature=related

Siga o link e leia a letra da música. Pela Internet

Como é sabido, todas as línguas do mundo sofreram influências de outras e com o português não foi diferente. Algumas palavras que foram aportuguesadas e que vieram de outros idiomas.
Exemplos:
Do francês:
DOSSIER - “processo, documentação”; pasta com documentos;
ENQUÊTE - “pesquisa de opinião, inquérito, investigação, sondagem, sindicância”;
RÉVEILLON - festa com baile e ceia que se faz na véspera do ano novo;
TOUR - passeio turístico;
Do japonês
SASHIMI - fatia de peixe cru, saboreada com molho de soja;
SUSHI - bolinho feito de arroz, peixe cru, ovas de peixe e outros ingredientes;
IOGA (inglês: yoga). No Sânscrito tem o sentido de “união” e, na prática, significa “meditação” (abstração do espírito, em que a alma, mediante a contemplação, atinge completa união com o “Supremo Ser”).
Do inglês
BEST-SELLER - livro de grande tiragem e de grande venda; o livro mais vendido; grande sucesso das editoras; BIKE - “bicicleta”;
BLACK-OUT - ao pé da letra: “exterior negro” ou “negrume”. Designa a ausência total de luz; no Brasil usou-se a forma portuguesa “apagão”;
BREAK FAST - “café da manhã”;
CHECK-UP - exame médico abrangente que permite o estudo correto dos órgãos;
DELIVERY - entrega em domicílio;
DESIGN - “projeto, desenho, esboço”;
EXPERT - “hábil, perito, especialista”;
EXPRESS - “expresso”;
FASHION - “moda; que chama atenção”;
FLAT ¬ - apartamento, andar, escritório;
FREE - “livre”
LOOK - “aspecto, aparência”; que diz respeito à moda do momento;
KNOW-HOW - conhecimento técnico ou cultural e administrativo; o saber realizar; tecnologia;
MADE IN... - “feito em...”;
MISS - “menina; dama; rainha da beleza e da moda”;
OFFICE-BOY - corresponde ao “moço de recados” ou “contínuos”. Emprega-se com mais freqüência na forma abreviada: boy (bói);
OUTDOOR - painel, cartaz de rua;
PEDIGREE - “estirpe, linhagem, registro genealógico de um animal de raça;
PIERCING - enfeite perfurante usado em várias partes do corpo;
SELF-SERVICE - estabelecimento comercial no qual o cliente se serve a si próprio; auto-serviço;
SHOPPING CENTER - “centro comercial” ou “centro de compras”; edifício com vários estabelecimentos comerciais;
SLOGAN - frase breve e persuasiva; jargão usado por publicitários, políticos etc.;
STANDARD - “padrão, critério”;
TRAILER - parte de filme que ainda vai ser exibido;
VIP - da sigla inglesa de very important person (pessoa muito importante); < /p>
Faça uma pesquisa e encontre mais "estrangeirismo" do cotidiano de vocês: objetos pessoais, comidas, bebidas, convites etc.

 

Com as informações levantadas por vocês, faremos um quadro, organizando os itens levados por critérios estabelecidos por vocês mesmos.. Para tanto, vamos utilizar o Google Planilhas.
Exemplo: Comida: Pão “Seven Boys” Produtos de higiene: “shampoo”


terça-feira, 4 de outubro de 2016

Bom dia Turminha!


Vamos fazer uma leitura atenta dos textos do Simulado Prova Brasil

Agora vocês irão criar um história. Engraçada?

Agora, trabalharemos um pouco mais de ortografia. Antônimos - cruzadinha

Antônimos II

Pistas

Provérbios

Adivinha o número!

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Bom dia Turma!

Nosso projeto é de orientação a leitura, portanto, hoje, vamos ler e compreender textos de forma conjunta. Prova Brasil - Simulado 2011

Agora, vamos treinar Treinamento do cérebro

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Bom dia Turma!

Continuando o assunto de lógica, vamos fazer a leitura 


O Homem que Calculava, capítulo XXXIII
Terminada a exposição feita por Beremiz sobre os problemas propostos pelo sábio libanês, sultão, depois de conferenciar em voz baixa com dois de seus conselheiros, assim falou:
- Pela resposta dada, ó calculista, a todas as perguntas, fizeste jus ao prêmio que te prometi. Deixo, portanto, à tua escolha: queres receber 20000 dinares de ouro ou preferes possuir um palácio em Bagdá? Desejas o governo de uma província ou ambicionas o cargo de vizir na minha corte?
- Rei generoso! - respondeu Beremiz, profundamente emocionado. - Não ambiciono riquezas, títulos, homenagens e regalos porque sei que os bens materiais nada valem; a fama que pode advir dos cargos de prestígio não me seduz, pois o meu espírito não sonha com a glória efêmera do mundo. Se é vosso desejo tornar-me, como disseste, invejado por todos os muçulmanos, o meu pedido é o seguinte. Desejo casar-me com a jovem Telassim, filha do cheique Iezid Abul-Hamid.
O inesperado pedido formulado pelo calculista causou indizível assombro. [...].
Chamou para seu lado o cheique Iezid, e ambos (o califa e o pai de Telassim) conversaram sigilosamente durante alguns instantes. Que poderia resultar daquele grave conluio?
Estaria o cheique de acordo com o inesperado noivado de sua filha?Decorridos alguns instantes, o califa assim falou, em meio de profundo silêncio:
- Não farei, ó calculista, oposição alguma ao teu romântico e auspicioso casamento com a formosa Telassim. O meu prezado amigo, cheique Iezid, que acabei de consultar, aceita-te como genro. Reconhece, em ti, um homem de caráter, bem-educado, e profundamente religioso! É bem verdade que a jovem Telassim estava prometida a um cheique damasceno que se acha, agora, combatendo na Espanha. Mas uma vez que ela própria deseja mudar o rumo de sua vida, não tentarei intervir em seu destino. Maktub! Estava escrito! A flecha solta no ar, exclama cheia de alegria: “Por Allah! Sou livre! Sou livre!” Engana-se! Já tem o seu destino marcado pela pontaria do atirador. Assim é a jovem Flor do Islã! Abandona um cheique opulento e nobre, que poderia ser, amanhã, um grão-vizir, um governador, e aceita como esposo um simples e modesto calculista persa! Maktub! Seja tudo o que Allah quiser!
Neste ponto, o poderoso Emir dos Árabes fez uma ligeira pausa e logo prosseguiu, enérgico:
- Imponho, entretanto, uma condição. Terás, ó exímio matemático, de resolver, diante de todos os nobres que aqui se acham, curioso problema inventado por um dervixe do Cairo. Se resolveres esse problema, casarás com Telassim; caso contrário, terás de desistir para sempre dessa fantasia louca de beduíno que bebeu haxixe. E de mim nada mais receberás! Serve-te a proposta?
- Emir dos Crentes! - retorquiu Beremiz com tranqüilidade e firmeza. - Desejo, apenas, conhecer os termos do aludido problema, a fim de poder solucioná-lo com os prodigiosos recursos do cálculo e da análise!
Respondeu o poderoso califa:
Tenho cinco lindas escravas; comprei-as há poucos meses, de um príncipe mongol. Dessas cinco encantadoras meninas, duas têm os olhos negros, as três restantes têm os olhos azuis. As duas escravas de olhos negros, quando interrogadas, dizem sempre a verdade; as escravas de olhos azuis, ao contrário, são mentirosas, isto é, nunca dizem a verdade. Dentro de alguns minutos, essas cinco jovens serão conduzidas a este salão: todas elas terão o rosto inteiramente oculto por espesso véu. O haic que as envolve torna impossível entrever, em qualquer delas, o menor traço fisionômico. Terás que descobrir e indicar, sem a menor possibilidade de erro, quais as moças de olhos negros e quais as de olhos azuis.
Poderás interrogar três das cinco escravas, não sendo permitido, em caso algum, fazer mais de uma pergunta à mesma jovem. Com auxílio das três respostas obtidas, o problema deverá ser solucionado, sendo a solução justificada com todo o rigor matemático. E as perguntas, ó calculista, devem ser de tal natureza que só as próprias escravas sejam capazes de responder com perfeito conhecimento.
Momentos depois, sob os olhares curiosos dos circunstantes, apareciam no grande divã das audiências as cinco escravas de Al-Motacém. Apresentavam-se cobertas com longos véus negros da cabeça aos pés; pareciam verdadeiros fantasmas do deserto.
- Eis aí - confirmou o emir com certo orgulho.
- Eis aí as cinco jovens do meu harém. Duas têm (como já disse) os olhos pretos - e só dizem a verdade. As outras três têm os olhos azuis e mentem sempre!
- Vejam só a minha desgraça - sussurrou o velhinho de cara chapada. -Vejam a minha triste sorte! A filha de meu tio tem os olhos pretos, pretíssimos, e mente o dia inteiro!
Aquela observação pareceu-me inoportuna. O momento era grave, muito grave, e não admitia gracejos. Felizmente, ninguém deu a menor atenção às palavras amalucadas do velhinho impertinente e falador.
Sentiu Beremiz que chegara o momento decisivo de sua carreira, o ponto culminante de sua vida. O problema formulado pelo califa de Bagdá, sobre ser original e difícil, poderia envolver embaraços e dúvidas imprevisíveis.
Ao calculista seria facultada a liberdade de argüir três das cinco raparigas.
Como, porém, iria descobrir, pelas respostas, a cor dos olhos de todas elas? Qual das três deveria ele interrogar? Como determinar as duas que ficariam alheias ao interrogatório?
Havia uma indicação preciosa: as de olhos negros diziam sempre a verdade; as outras três (de olhos azuis) mentiam invariavelmente!
E isso bastaria?
Vamos supor que o calculista interrogasse uma delas. A pergunta devia ser de tal natureza que só a escrava interrogada soubesse responder. Obtida a resposta, continuaria a dúvida. A interrogada teria dito a verdade? Teria mentido? Como apurar o resultado, se a resposta certa não era por ele conhecida? O caso era, realmente, muito sério.
As cinco embuçadas colocaram-se em fila ao centro do suntuoso salão.
Fez-se grande silêncio. Nobres muçulmanos, cheiques e vizires acompanhavam com vivo interesse o desfecho daquele novo e singular capricho do rei.
O calculista aproximou-se da primeira escrava (que se achava no extremo da fila, à direita) e perguntou-lhe com voz firme e pausada:
- De que cor são os teus olhos?
Por Allah! A interpelada respondeu em dialeto chinês, totalmente desconhecido pelos muçulmanos presentes! Beremiz protestou. Não compreendera uma única palavra da resposta dada.
Ordenou o califa que as respostas fossem dadas em árabe puro, e em linguagem simples e precisa.
Aquele inesperado fracasso veio agravar a situação do calculista.
Restavam-lhe, apenas, duas perguntas, pois a primeira já era considerada inteiramente perdida para ele.
Beremiz, que o insucesso não havia conseguido desalentar, voltou-se para a segunda escrava e interrogou-a:
- Qual foi a resposta que a sua companheira acabou de proferir? - Disse a segunda escrava:
- As palavras dela foram: “Os meus olhos são azuis”. Essa resposta nada esclarecia. A segunda escrava teria dito a verdade ou estaria mentindo? E a primeira? Quem poderia confiar em suas palavras?
A terceira escrava (que se achava no centro da fila) foi interpelada a seguir, pelo calculista, da seguinte forma:
- De que cor são os olhos dessas duas jovens que acabo de interrogar?
A essa pergunta - que era, aliás, a última a ser formulada - a escrava respondeu:
- A primeira tem os olhos negros e a segunda, olhos azuis!
Seria verdade? Teria ela mentido? O certo é que Beremiz, depois de meditar alguns minutos, aproximou-se, tranqüilo, do trono e declarou: - Comendador dos Crentes, Sombra de Allah na Terra! O problema proposto está inteiramente resolvido e a sua solução pode ser anunciada com absoluto rigor matemático. A primeira escrava (à direita) tem olhos negros; a segunda tem os olhos azuis; a terceira tem os olhos negros e as duas últimas têm olhos azuis! 
Erguidos os véus e retirados os pesados haics, as jovens apareceram sorridentes, os rostos descobertos. Ouviu-se um ialá de espanto no grande sal


http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/discovirtual/aulas/1919/imagens/malba_olhosazuis.JPG

O inteligente Beremiz havia dito, com precisão admirável, a cor dos olhos de todas elas!
- Pelos méritos do Profeta! - exclamou o rei. - Já tenho proposto esse mesmo problema a centenas de sábios, ulemás, poetas e escribas - e afinal esse modesto calculista é o primeiro que consegue resolvê-lo! Como foi, ó jovem, que chegaste a essa solução? De que modo poderás demonstrar que não havia, na resposta final, a menor possibilidade de erro?
Interrogado desse modo, pelo generoso monarca, o homem que Calculava assim falou:
- Ao formular a primeira pergunta: “Qual a cor dos teus olhos?” eu sabia que a resposta da escrava seria fatalmente a seguinte: “Os meus olhos são negros!” Com efeito, se ela tivesse os olhos negros diria a verdade, isto é, afirmaria: “Os meus olhos são negros!” Tivesse ela os olhos azuis, mentiria, e, assim, ao responder, diria também: “Os meus olhos são negros!” Logo, eu afirmo que a resposta da primeira escrava era uma única, forçada e bem determinada:
“Os meus olhos são negros!” Feita, portanto, a pergunta, esperei pela resposta, que, previamente, conhecia. A escrava, respondendo em dialeto desconhecido, auxiliou-me de modo prodigioso. Realmente, alegando não ter entendido o arrevesado idioma chinês, interroguei a segunda escrava: “Qual foi a resposta que a sua companheira acabou de proferir?” Disse-me a segunda: “As palavras foram: ‘Os meus olhos são azuis!’ “ Tal resposta vinha demonstrar que a segunda mentia, pois essa não podia ter sido, de forma alguma (como já provei), a resposta da primeira jovem. Ora, se a segunda mentia, era evidente que tinha os olhos azuis. Reparai, ó rei, nessa particularidade notável para a solução do enigma! Das cinco escravas, nesse momento, havia uma cuja incógnita estava, pois, por mim resolvida com todo o rigor matemático. Era a segunda. Havia faltado com a verdade; logo, tinha os olhos azuis. Restavam ainda a descobrir quatro incógnitas do problema.
Aproveitando a terceira e última pergunta, interpelei a escrava que se achava no centro da fila: “De que cor são os olhos das duas jovens que acabei de interrogar?” Eis a resposta que obtive: “A primeira tem os olhos negros e a segunda tem os olhos azuis!” Ora, em relação à segunda eu não tinha dúvida (conforme já expliquei). Que conclusão pude tirar, então, da terceira resposta? Muito simples. A terceira escrava não mentira, pois confirmara que a segunda tinha os olhos azuis. Se a terceira não mentira, os seus olhos eram negros e as suas palavras eram a expressão da verdade, isto é, a primeira escrava tinha, também, os olhos negros. Foi fácil concluir que as duas últimas, por exclusão (à semelhança da segunda), tinham os olhos azuis!! Posso asseverar, ó Rei do Tempo, que nesse problema, embora não apareçam fórmulas, equações ou símbolos algébricos, a solução, para ser certa e perfeita, deve ser obtida por meio de um raciocínio puramente matemático.
Estava resolvido o problema do califa. Outro, muito mais difícil, Beremiz seria, em breve, forçado a resolver: Telassim, o sonho de uma noite em Bagdá!
Louvado seja Allah, que criou a mulher, o amor e a matemática!

Como você explicaria para alguém a resolução que Beremiz propôs ao problema das cinco escravas? Responda no comentário.

Agora, vamos fazer uma atividade interessante de lógica por exclusão.


A seguir...Campo minado

disponível em http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=1919

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Bom dia Turma!

Como vimos na aula anterior, a lógica é uma área de estudo da Filosofia, nasceu na Grécia e se relaciona com o raciocínio humano. Por isso, é muito importante para a Filosofia, Informática e Matemática, dentre outras áreas do conhecimento.  


Aristóteles foi um dos grandes filósofos que contribuíram com o estudo da lógica no mundo grego e serve de referência para diversos autores e estudos até os dias de hoje.  
A lógica é a responsável por tornar válida ou inválida uma argumentação, ou seja, auxilia a verificar se o que alguém diz tem sentido ou não.
Veja um exemplo: “sol! Amanhã eu olá vou hoje chover”.
Entendeu alguma coisa? Não? Nem eu. Assim, podemos falar que essa frase não tem lógica, porque é confusa e dela não chegamos a nenhuma conclusão. 
Agora, observe este outro exemplo: “olá! Hoje está ensolarado, mas amanhã vai chover”.
Entendeu agora? Sim? Eu também, porque a frase apresenta uma organização do pensamento antes de se tornar uma fala.

Agora, respondam:

1) Onde nasceu a disciplina lógica?
Ela nasceu em um país chamado ___ ___ ___ ___ ___ ___.

2) Organize as palavras da frase abaixo de forma que ela tenha sentido.
“de caminhos estudar é um dos um humano ser para o sucesso”.
________________________________________________________

Vamos exercitar o emprego da lógica em nossa vida.

3) Resolva as seguintes adivinhas:
a) Tem barba mas não é homem, tem dente mas não é gente. Dica: é muito utilizado pelas cozinheiras. ___ ___ ___ ___.
b) Enche uma casa mas não enche uma mão. Tem casa, mas só fica fora dela. Dica: peça de vestuário.
c) Nele, quanto mais se tira, maior ele fica. Dica: olhe para baixo, se não você pode cair nele. ___ ___ ___ ___ ___ ___.
d) Entra na boca da gente todos os dias e nós não comemos. Dica: é de metal ou plástico. ___ ___ ___ ___ ___ ou a ___ ___ ___ ___ ___ ___.
e) Por mais que é cortado, sempre fica do mesmo tamanho. Dica: é um jogo. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___.
f) Escreva aqui, uma adivinha que você conhece ____________________________________________________________________________________________________________________.
g) Em dupla, crie uma adivinha. ____________________________________________________________________________________________________________________.

4) Use seu raciocínio lógico e responda:

a) Cinco macacos imitadores estavam sentados em um muro. Um desceu. Quantos ficaram?
b) Por que a água foi presa? 
c) Qual é o mês mais curto do ano?
d) Jogo da velha em duplas.

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Bom dia Galera!

O que é lógica?

De acordo com a definição da wikipédia, lógica (do grego λογική logos[1]) tem dois significados principais: discute o uso de raciocínio em alguma atividade e é o estudo normativofilosófico do raciocínio válido.[2] No segundo sentido, a lógica é discutida principalmente nas disciplinas de filosofia,matemática e ciência da computação. Ambos os sentidos se baseando no foco comum referente a harmonia de raciocínio, a proporcionalidade formal entre argumentos, assim sendo, a correta e equilibrada relação entre todos os termos, a total concordância entre cada um deles dentro de um desenvolvimento.[3]

Vamos trabalhar um pouco do raciocínio.

Seguindo a lógica

Elemento estranho

Combinando letras

Vamos a nossa leitura do dia. :)

Organizando HQs


quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Bom dia Turma!

Hoje vamos falar sobre os alimentos e os hábitos para uma vida saudável.

Leia a página inicial do link a seguir, escolha um assunto do seu interesse e faça um comentário no Blog sobre o que você leu.

Só nutrição

leitura

roda dos alimentos

Pirâmide dos alimentos

Vida saudável



sexta-feira, 2 de setembro de 2016

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Bom dia Turma!

Vamos treinar mais um pouco a Língua Portuguesa. Erros

Mudando um pouco de assunto...vocês conhecem os planetas do Sistema Solar?
Conhecendo o Sistema Solar

Sistema Solar



Construindo uma história. História


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Bom dia Turma!

Vamos treinar um pouco da Língua Portuguesa.

Começamos revendo um pouco do gênero notícia.Notícia

Agora as principais regras de nossa língua. regras da Língua Portuguesa

Charadas: Quem é? O que é?

Construindo o poema: Poema

E, finalmente, vamos calcular um pouquinho. Sistema monetário


Jogando...bombas

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Bom dia Turma!

Vamos iniciar um novo trabalho.

Você sabe quais são as características de um jornal falado?

  • O jornal falado pode ser ouvido a qualquer momento, por isso, as notícias devem estar situadas. Por exemplo, “nesta quarta-feira, dia 10 de outubro,” assim fica mais fácil, ao seu ouvinte, entender quando o acontecimento ocorreu.
  • As notícias devem ser curtas, sintéticas, concentradas e sem rodeios.
  •  Como necessita de poucos recursos técnicos, só uma pessoa com um gravador, ou um telefone, é capaz de fazer tudo sozinha.
  • O jornal falado é o melhor meio para estimular a imaginação, por isso saiba combinar o texto, os sons, o tom da voz e tudo mais para levar o ouvinte a imaginar a cena. 
  • Lembre-se de que o jornal falado não conta com imagem, então esse trabalho vai ser feito, em parte, por quem produz e complementado por quem escuta, que imaginará, de fato, a notícia a ser ouvida.
  • O jornal falado é de pessoa para pessoa – por isso é muito pessoal, o locutor fala diretamente para o ouvinte como se fosse alguém único. Por isso é importante direcionar a fala “ao ouvinte” em particular. Mas evite gírias e regionalismos em demasia, exceto se esta for a sua intenção primordial.
  • O modo de dizer é mais importante do que é dito, porque dá para sentir muito mais coisas através da gargalhada, do choro e do riso, do que lendo um texto friamente. Saiba usar esses recursos que são naturais.
  • Como produtor de um jornal falado você deve saber escrever claramente, compreender  o idioma, saber sair de situações complicadas, ter faro para as notícias, ter competência para saber fazer render boas histórias, deve sentir-se à vontade entre velhos e novos equipamentos, ser versátil, saber lidar com histórias opostas na mesma hora e ser ágil para poder gravar uma notícia ou redigir uma nota alguns segundos antes de ir ao ar.
  • As fontes de notícias de um jornal falado são muitas e as mesmas usadas pelo impresso: serviços de emergência (polícia, bombeiros etc.), assessorias de imprensa, companhias de energia, de gás, de água, de telecomunicações, políticos, prefeituras, ouvintes, agenda das autoridades, sites de órgãos governamentais, representativos de classes, profissionais liberais, concorrentes e muito mais.
  • Saiba planejar e desenvolver o trabalho. Tenha uma agenda com todos os eventos relacionados. Organize o que deve ser desenvolvido e vá para as ruas para os depoimentos dados pelas pessoas. Faça um roteiro com as partes que devem ser lidas pelo locutor e as entradas sonoras (partes faladas pelas pessoas nas ruas). As frases devem ser curtas, cerca de 10 segundos.
Texto disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=57076

Agora, vamos conhecer algumas fábulas para a nossa produção:


segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Bom dia Galera!

Sejam bem-vindos nesse retorno para os estudos.

Leitura e Escrita :) Você Sabia?

A importância do ato de aprender a ler e a escrever está fundamentada na idéia de que o homem se faz livre por meio do domínio da palavra. O uso da linguagem é tão importante que a linha do tempo divide a história em antes e depois da escrita. A partir de então, o homem pôde registrar sua cultura, as descobertas, as emoções, sua poesia, enfim, sua maneira de ver o mundo. Isso não quer dizer que o homem não manifestasse o desejo de se expressar no mundo antes de desenvolver a escrita. Ele se comunicava por meio do desenho e da pintura, mas foi com a escrita que ampliou sua habilidade comunicativa e socializou o registro através de um sistema convencional de sinais fechados.Vamos Jogar? 
Letra que falta é um jogo dinâmico e divertido, no qual deve-se completar a palavra com a letra que falta e que se encontra nos balões, antes do tempo se esgotar.

Fábrica das palavras é um jogo bem interessante, pois proporciona ao aluno a formação de palavras, bem como o trabalho com a ortografia. Esse jogo desafia a pensar sobre algumas grafias de palavras com correspondências regulares diretas entre letras e fonemas (P, B, T, D, F, V).

Basta completar a palavra apresentada com a letra que está faltando. Após essa etapa, o aluno vai controlar um robô para montar outras palavras que serão indicadas na parte de cima da tela. As letras estarão espalhadas pela fábrica e o aluno deverá controlar o robô para desviar dos objetos e pegar as letras certas para montar a palavra.










sexta-feira, 8 de julho de 2016

Bom dia Galera!

Na aula anterior estávamos pesquisando sobre a história da Língua Portuguesa.
A partir dos dados pesquisados, vocês irão preparar uma apresentação.

Bom trabalho!

terça-feira, 5 de julho de 2016

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Bom dia Turma!

Vamos ler a seguinte biografia de Eva Furnari:

Nascida em Roma, na Itália, em 1948, Eva Furnari veio para o Brasil em 1950, com apenas dois anos de idade, e radicou-se, com sua família, em São Paulo.

Trabalha como escritora e ilustradora de livros, sendo uma das principais figuras da literatura infantil.

Durante sete anos publicou pequenas histórias semanais no suplemento infantil do jornal Folha de S. Paulo. Nas páginas desse suplemento nasceu sua mais famosa personagem, a desastrada Bruxinha, com suas mágicas divertidíssimas.

Ao longo de sua carreira, Eva Furnari recebeu diversos prêmios importantes da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ): em 1980, pela coleção “Peixe Vivo”; em 1982, pelo melhor livro sem texto: A bruxinha atrapalhada; em 1987, pela coleção “Ping-Pong”; e, em 1993, 1995 e 1998, foi agraciada com o Prêmio Jabuti de melhor ilustração infantil pelos livros Truks, A bruxa Zelda e O anjinho,
respectivamente. Em 1987 ganhou o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) pelo conjunto de sua obra.

Tem publicados mais de 30 livros, com mais de 2,5 milhões de exemplares vendidos no Brasil e em países da América Latina como México, Equador e Bolívia.

Fonte: Texto adaptado do site:
www.caracol.imaginário.com/autografos/evafurnari



1 De acordo com o texto, é correto dizer que Eva Furnari é brasileira, apesar de não ter nascido no Brasil? Por quê?

2 Eva Furnari é uma autora bastante conhecida. Justifique essa afirmação.


3 Quais os títulos dos três livros premiados como melhor ilustração infantil?

4 O texto biográfico nos conta que: Eva Furnari foi agraciada, três vezes, com o Prêmio Jabuti. O que quer dizer a palavra agraciada?
a. ( ) Agradecida.
b. ( ) Premiada.
c. ( ) Repetida.
d. ( ) Graciosa.

5 Releia o trecho retirado do texto:
“(...) em 1993, 1995 e 1998, foi agraciada com o Prêmio Jabuti de melhor ilustração infantil pelos livros Truks, A bruxa Zelda e O anjinho, respectivamente.”
A palavra respectivamente, escrita no final do texto, quer dizer que:
a. ( ) O Prêmio Jabuti aconteceu em 1993,1995 e 1998.
b. ( ) Em 1993 o prêmio foi dado ao livro Trucks, em 1995 o livro premiado foi A bruxa Zelda e, em 1998, Eva recebeu o prêmio pela publicação de
O anjinho.
c. ( ) Ela escreveu os três livros nos anos de 1993, 1995 e 1998.
d. ( ) Somente o livro Truks foi premiado.

Agora, podem continuar a escrever as biografias: